Casa do Infantado

Description level
Fonds Fonds
Reference code
PT/TT/CI
Title type
Atribuído
Date range
1650 Date is certain to 1833 Date is certain
Dimension and support
7662 u.i (1.220 liv., 1.426 mç., 501 cx., 1 pt., 6 plantas); perg., papel
Biography or history
Criada no reinado de D. João IV, por Carta Régia de 11 de Agosto de 1654, ampliada por D. Pedro II através do seu testamento de 19 de Setembro de 1704, destinava-se aos filhos segundos dos monarcas e rapidamente se transformou na segunda maior casa senhorial portuguesa. Era constituída pela Casa propriamente dita, ou seja, a estrutura senhorial e corte do Infante, e pelo Estado, ou seja, o domínio sobre o património senhorial que lhe fora atribuído e do qual provinham as rendas necessárias para assegurar as despesas.

Era seu objectivo assegurar a sucessão da Coroa e, ao aumentar a área de senhorios daquela, contribuiu para a criação de circunstâncias favoráveis à centralização régia. Procedeu também ao nivelamento entre filho primogénito e filho segundo, o qual, de acordo com as formas de transmissão definidas pelo morgadio, era excluído ou secundarizado na herança patrimonial. Pretendia-se assim garantir uma maior estabilidade dentro da Casa Real e que os filhos segundos da Coroa passassem a dispor de rendimentos e receitas próprias, sobretudo de natureza agrícola, que lhes assegurassem a independência e permitissem a sua permanência no Reino, bem como a da sua descendência.

Entre 1654 e 1699 a sua administração esteve a cargo da Junta da Casa de Bragança, enquanto tribunal superior. O facto de se referir a Junta da Casa de Vila Real e Ducado de Beja, forma como a Casa começou por ser designada devido à incidência territorial dos seus bens, parece demonstrar haver separação entre as duas áreas jurisdicionais. A partir de 1699 passou, teoricamente, a dispor de Junta própria, mas até 1748 a administração ficou a cargo do Conselho da Fazenda. Só a partir desta data a Junta entrou em funções, tendo ficado definido que usaria o Regimento da Casa de Bragança - Decreto de 28 de Novembro de 1749. Pelo Decreto de 1 de Dezembro do mesmo ano foi determinado que a administração das rendas da Casa passasse do Conselho da Fazenda para a já referida Junta, cujos ordenados foram fixados pelo Decreto de 13 de Maio de 1758. O Conselho da Fazenda continuaria a administrar as tenças e mercês vitalícias.

A Junta da Casa de Vila Real e Ducado de Beja dispunha de chancelaria, registo de mercês, cartório e secretaria e contava com oficiais desembargadores, procuradores e solicitadores. Contava ainda com órgãos centrais ligados à fazenda, como a Ouvidoria, com o ouvidor dos feitos da fazenda, o juiz das justificações da Casa, o inquiridor e o escrivão, o Tesouro e os Contos. Os Contos passaram a dispôr, a partir de 1689, para além do superintendente, de um provedor, dois contadores e dois escrivães.

Encarregues de colectar a Fazenda existiam ainda os almoxarifes, contadores da Fazenda, o meirinho da cobrança e arrecadação da cidade de Leiria, o solicitador do tombo da comenda da Ega, o solicitador dos feitos da cidade do Porto e os escrivães do almoxarifado. A Casa não podia prover os ofícios da Fazenda relacionados com as sisas e as alfândegas.

Os oficiais ligados às justiças senhoriais eram os procuradores, os ouvidores e os juízes de fora e eram providos pela Casa, que também nomeava as justiças locais: vereadores, juízes ordinários e procuradores.

Dispunha ainda do privilégio de apresentar os alcaides-mores e postos das milícias.

Em 11 de Agosto de 1654 D. João IV doou ao Infante D. Pedro o título de Duque de Beja, a respectiva cidade e seu termo, com a jurisdição cível e crime, bem como as vilas, lugares, castelos, padroados, terras, foros, direitos e tributos confiscados para a Coroa na sequência da condenação do Marquês de Vila Real e de seu filho, o Duque de Caminha, e ainda o título de Duque de Vila Real. Tal facto foi responsável pela designação, que perdurou durante bastante tempo, de Ducado de Beja e Vila Real. A incorporação de novas terras levou, posteriormente, à adopção da designação de Casa do Infantado.

As terras doadas estavam isentas da correição real, substituída pelos ouvidores da Casa, que dispunham da mesma jurisdição que a Casa de Bragança (ordinária em 1ª e 2ª instância, correição, imunidade face aos funcionários régios, atribuição de ofícios e cartas de seguro). Foi, no entanto, sentida a necessidade de emitir diplomas legais referindo os direitos reais delegados no Infante.

Os ouvidores da Casa, de acordo com Alvará de 23 de Julho de 1656, podiam prover todas as serventias dos ofícios de Justiça, tal como o podiam fazer os corregedores das comarcas.

O Alvará de 12 de Fevereiro de 1658 determinou que os ouvidores do ainda Ducado de Beja e Casa de Vila Real pudessem, à semelhança dos da Casa de Bragança, passar cartas de seguro. O Alvará de 14 de Novembro do mesmo ano concedeu que os ouvidores das suas terras provessem as serventias dos oficiais dos órfãos, à excepção dos juízes e partidores, como proviam os outros ofícios.

De acordo com os Alvarás de 22 de Março de 1662 e de 20 de Abril do mesmo ano, os moradores das terras do Infante que tivessem cometido delitos deviam ser julgados no juízo do seu foro.

À Casa do Infantado, desde a sua criação, foram concedidas importantes doações. Pelo Alvará de 17 de Agosto de 1654, recebeu a Quinta de Queluz e casas em Corte-Real e o de 22 de Dezembro do mesmo ano determinou que o Infante D. Pedro pudesse conceder os prestimónios da Ordem de Cristo que tinham pertencido à Casa de Vila Real, detendo a dignidade de comendador da Ordem. No ano seguinte, a Casa acrescentou aos seus domínios a vila de Serpa e seu termo (Carta de doação de 16 de Setembro de 1655) e as lezírias da Golegã, Borba, Mouchões e Silveira, no termo de Santarém (Alvará de 3 de Novembro do mesmo ano). Em 25 de Maio de 1656, a Casa recebeu as comendas de Ega e Dornes, pertencentes à Ordem de Cristo. D. João IV doou, ainda, ao Infante D. Pedro as saboarias da cidade do Porto, bem como várias vilas e lugares nas comarcas de Trás-os-Montes e de Entre Douro e Minho (Carta de 12 de Outubro de 1656).

D. Afonso VI, através de Carta de padrão e doação de 15 de Setembro de 1663 confirmou todas as mercês até então conferidas. Em 2 de Março de 1693 a Casa viu confirmadas as comendas de Ega e Dornes e recebeu doação da de Castelo Branco.

Em 21 de Abril de 1698 recebeu nova doação régia dos bens do Conde de Vimioso, da Casa de Bobadela, da Casa de Linhares, do Conde de Figueiró, e o senhorio e reguengo de Vila Nova de Portimão, Rendide e Tojosa, lezírias do Torrão do Diabo, Esteiro Grande, foros do reguengo de Terrugem e do Casal de Almeirim e, em 1705, dos bens da Casa da Castanheira, lezírias de Montalvão e Morraceira, Quinta da Castanheira, Mouchão de Esplendião. Foram, ainda, incorporadas a Casa da Feira (Carta de doação de 10 de Fevereiro de 1708) e o senhorio de Pinhel (Carta de doação de 30 de Março de 1781).

Além dos bens imóveis a Coroa concedeu à Casa do Infantado a exploração de 2.000 quintais de pau brasil (Decretos de 20 de Agosto de 1662 e de 2 de Janeiro de 1665) uma tença no valor de 458.750 reis imposta na alfândega do Porto (1685) e um padrão de 1.740.000 reis de juro relativos à alfândega de Lisboa (1704).

A Casa procedeu também à compra de bens, nomeadamente, a vila de Moura e respectivos celeiros, a cidade de Lamego e o Paúl de Magos, que adquiriu à infanta D. Catarina, em 1661, durante o período de regência de D. Luísa de Gusmão, e o reguengo de Valada transacionado com a Coroa (Alvará de 25 de Junho de 1680).

No início do século XVIII a área geográfica abrangida pela Casa situava-se, sobretudo, no Alentejo, na comarca de Beja, com Beja, Serpa e Moura; seguia-se de imediato Trás-os-Montes, comarca de Vila Real, com Abreiro, Freixial, Lamas de Orelhão, Canelas e Vila Real e comarca de Miranda, com Vimioso; Beira, comarca de Lamego, com Almeida, Ranhados e Lamego, comarca de Viseu, com Bobadela, comarca de Pinhel, com Aguiar da Beira, Algodres, Pena Verde e Fornos de Algodres e comarca da Guarda, com Lagares da Beira e Linhares; no Algarve, comarca de Tavira, com Alcoutim, comarca de Lagos, com Vila Nova de Portimão; seguia-se Entre Douro e Minho, com Valença, Caminha e Valadares; comarca do Porto, com Azurara e Sabrosa; finalmente a Estremadura, comarca de Leiria com Ega, comarca de Tomar com Aguda, Avelar, Chão de Couce, Pousa Flores, Maçãs de D. Maria, e Dornes e na comarca de Torres Vedras as vilas de Castanheira, Povos e Cheleiros.

D. Maria I, por Carta de 31 de Janeiro de 1790 roborou e ratificou a anexação e união do Priorado do Crato à Casa do Infantado, de acordo com a bula papal de 25 de Novembro de 1789. O Alvará de 18 de Dezembro de 1790 extinguiu a Mesa Prioral do Crato, passando o expediente à Junta do Infantado. Foi criada uma nova Mesa e um juiz dos feitos da Casa e Priorado. A Casa passou a controlar o Grão-Priorado do Crato, que se compunha, para além da vila do Crato, de Gáfete, Sertã, Amieira, Proença-a-Nova, Cardigos, Oleiros, Belver, Envendos, Gavião, Tolosa, Carvoeiro e Pedrógão. Através de Carta de Lei de 19 de Julho de 1790, D. Maria I declarou e regulou a jurisdição da Casa e Estado do Infantado.

De salientar que o senhorio se constituiu, sobretudo, a partir do confisco de bens de casas nobres ou a partir da integração dos bens cujos donatários não tinham deixado descendência. De referir, ainda, uma relativa continuidade territorial no tocante aos senhorios das Casas de Bragança e do Infantado, principalmente no Minho, Trás-os-Montes e Alentejo.

A Casa do Infantado foi extinta por D. Pedro IV (Decreto de 18 de Março de 1834), sendo os seus bens integrados na Fazenda Nacional, à excepção dos palácios destinados à realeza: Queluz, Bemposta, Alfeite, Samora Correia, Caxias e Murteira. Os príncipes passaram a dispor, a partir de então, de uma dotação anual votada pelas Cortes.
Custodial history
Teve incorporações provenientes da Direcção Geral dos Próprios Nacionais - 21 de Novembro de 1856 e 14 de Maio de 1894 - do Tesouro Público - 19 de Julho de 1837 e 28 de Setembro de 1838. A documentação que se encontrava no extinto Arquivo Histórico do Ministério das Finanças teve o mesmo percurso custodial por via do artº 25º do Decreto-Lei nº 106-G/92 de 1 de Junho que determinou a integração daquele arquivo no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, à época instalado no Mosteiro de S. Bento.

Em 1990, no âmbito da reinstalação do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, esta documentação foi transferida para as actuais instalações.

Com a extinção do Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, pelo Decreto-Lei n.º 106-G/92, de 1 de Junho, os documentos da Casa do Infantado (501 caixas) foram integrados na Torre do Tombo, no fundo Casa do Infantado.

Em 2001/2002, foi praticamente concluído um inventário da Casa do Infantado por Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha, com uma estrutura orgânica e que foi seguido para a produção dos registos no catálogo informatizado.
Scope and content
Inclui, entre outra, documentação da: Secretaria da Justiça, Mercês e Chancelaria relativa a diversas comarcas tais como registo de cartas, alvarás, provisões, mercês, consultas, bem como processos, autos e notas, concursos e nomeação de magistrados; Secretaria da Fazenda referente a registo de consultas, receita e despesa, títulos e inventários de bens, tombos de bens, livros de porta, de despacho de papéis avulsos, de despachados e de notas, de autos de arrematação, de condições de contratos e termos de fiança e de processos de liquidação de contas dos rendimentos das comendas.
Arrangement
Estrutura orgânica.

A numeração dos livros repete-se consoante as remessas da incorporação (IDDs C 7, C 7C/1 e C7C/2), pelo que foram, posteriormente, renumerados em sequência.

A documentação contida nos maços encontra-se por tratar, mantendo-se a organização temática e geográfica, tal como foi enviada pela Direcção Geral dos Próprios Nacionais. Importa, no entanto, referir que, em ambos os casos, se encontram as mesmas tipologias documentais, apesar das diferentes designações. Assim, existe uma série de "Requerimentos" que inclui pedidos de nomeação para diversos cargos ou para prorrogação de serventia de ofícios, para assentamento de pensões ou concessão de licenças, encontrando-se os mesmos pedidos nos conjuntos designados por "Papéis das comarcas", "Províncias da comarca da Coroa" (que, inclusive, contêm documentação semelhante relativa a comarcas ou a localidades que foram individualizadas). No caso das "Consultas", há uma situação idêntica, porque, além de constituírem uma série assim designada, encontram-se também em vários outros conjuntos, nomeadamente "Ordenanças da Corte" e "Corpo dos privilegiados", sendo que estes dois títulos agrupam exactamente a mesma documentação, ou seja, consultas para provimento em ofícios da Casa do Grão-Priorado do Crato. Outro caso de dois títulos para a mesma tipologia é o de "Pautas Gerais" e "Eleições". O mesmo se passa com a documentação intitulada "Papéis do Crato e Malta", "Papéis pertencentes ao Crato" ou " Priorado da Sertã", onde se encontram as mesmas tipologias em todos os conjuntos.

A documentação integrada na Torre do Tombo em virtude da extinção do Arquivo Histórico do Ministério das Finanças (que se encontra nas 501 caixas indicadas) não tem qualquer tratamento.
Access restrictions
Comunicável sem restrições legais.
Conditions governing use
Constantes no regulamento interno que prevê algumas restrições tendo em conta o tipo dos documentos, o seu estado de conservação ou o fim a que se destina a reprodução de documentos, analisado, caso a caso, pelo Núcleo de Transferência de Suportes, de acordo com as normas que regulam os direitos de propriedade do IAN/TT e a legislação sobre direitos de autor e direitos conexos.
Language of the material
Português
Other finding aid
ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - [Base de dados de descrição arquivística]. [Em linha]. Lisboa: ANTT, 2000- . Disponível no Sítio Web e na Sala de Referência da Torre do Tombo. Em actualização permanente.

ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - Casa do Infantado e Grão-Priorado do Crato: catálogo. [documento eclectrónico em linha]. Lisboa: ANTT, 2015. Acessível na Torre do Tombo, Instrumentos de descrição, L 731.

Relações:

PORTUGAL. Tesouro Público. "Relação de diversos papeis pertencentes à Secretaria da Repartição das Justiças, Mercês e Chancellaria da extinta Casa do Infantado". [Manuscritas]. 1837. Acessível na Torre do Tombo, ID L 13. Relações nº 1, 2 e 3.

PORTUGAL. Tesouro Público. "Relação dos papéis que passão para o Archivo da Torre do Tombo por pertencerem à Secretaria das Justiças da extincta Casa do Infantado, cujo cartório alli se acha recolhido". [Manuscrita]. 1838. Acessível na Torre do Tombo, ID L 13. Relação nº 4.

PORTUGAL. Direcção Geral dos Próprios Nacionais. "Relação dos massos com requerimentos e seus processos do expediente da extincta Casa do Infantado, relativos a diversos Almoxarifados (...) que se remettem com officio para o Archivo da Torre do Tombo". [Manuscrita]. 1856. Acessível na Torre do Tombo, ID L 13. Relação nº 5.

PORTUGAL. Direcção Geral dos Próprios Nacionais. "Relação dos livros e maços de documentos pertencentes à extincta Casa do Infantado transferidos do archivo dos Próprios Nacionais para o da Torre do Tombo". [Manuscrita]. 1894. Acessível na Torre do Tombo, ID C 7.

Guias e Roteiros:

AZEVEDO, Pedro A. de; BAIÃO, António - "Casa do Infantado e das Rainhas.". in O Arquivo da Torre do Tombo: sua história, corpos que o compõem e organização. Lisboa: ANTT; Livros Horizonte, 1989. (Fac-Símile). p. 173-176. Reprodução fac-similada da edição de 1905.

PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo. Direcção de Serviços de Arquivística - "Casa do Infantado". in Guia Geral dos Fundos da Torre do Tombo: Instituições do Antigo Regime, Administração Periférica. Domínios. Casa Real e Anexas (1). Coord. Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha; António Frazão. elab.Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha; Luísa Dias; fot. José António Silva. Lisboa: IAN/TT, 2002. vol. 4. (Instrumentos de Descrição Documental). ISBN 972-8107-68-4. p. 481-561. Acessível na Torre do Tombo, ID L 602.

SERRÃO, Joel; LEAL, Maria José da Silva; PEREIRA, Miriam Halpern - "Casa do Infantado". in Roteiro de Fontes da História Portuguesa Contemporânea: Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Col. Ana Maria Cardoso de Matos; Maria de Lurdes Henriques. Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica, 1984. vol. 1. p. 126-135. Acessível na Torre do Tombo, ID L 534.

Inventários:

PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo - Casa do Infantado: inventário dos livros da administração da Casa. [Manuscrito]. [196-?]. Acessível na Torre do Tombo, ID C 7C/1-2. Contém um índice ideográfico e uma tabela de equivalência entre a antiga e a nova numeração.

PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo. Casa do Infantado: inventário dos documentos de almoxarifados, comendas, alcaidarias e prestimónios de várias terras. [Manuscrito]. [195-?]. Acessível na Torre do Tombo, ID C 7 E. Inventário incompleto, apenas até ao maço nº 103.

Catálogos:

ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - [Base de dados de descrição arquivística]. [Em linha]. Lisboa: ANTT, 2000- . Disponível no Sítio Web e na Sala de Referência da Torre do Tombo. Em actualização permanente.

ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO – Casa do Infantado e Grão Priorado do Crato: catálogo. Lisboa: ANTT, 2016. [Documento electrónico]. Portugal, Torre do Tombo, Instrumentos de descrição L 731.

PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo. "Casa do Infantado: Administração da Quinta de Queluz". [Manuscrito]. [195-?]. Acessível na Torre do Tombo, ID C 7 B. Catálogo cronológico de documentos vários.

Índices:

PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo - Índice da "Memória dos tratamentos que deram os senhores reis de Portugal a algumas pessoas grandes de fora do reino" e "Formulário das cartas de el-rei D. José para os grandes da corte e outras pessoas".

[Manuscrito]. [195-?]. Acessível na Torre do Tombo, ID C 7 D.

Alternative form available
Existe cópia em microfilme e em formato digital de alguns documentos.
Related material
Relação complementar: Portugal, Torre do Tombo, Casa Real; Portugal, Torre do Tombo, Casa da Suplicação; Portugal, Torre do Tombo, Conselho da Fazenda; Portugal, Torre do Tombo, Erário Régio; Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Reino; Portugal, Torre do Tombo, Provedoria de Setúbal; Portugal, Torre do Tombo, Provedoria de Torres Vedras.

Relação completiva: Portugal, Arquivo Distrital de Leiria, Casa do Infantado - 2 liv e 7 cx.; Portugal, Arquivo Distrital do Porto, Casa do Infantado - 24 liv.; Portugal, Biblioteca Nacional, Casa do Infantado - Reservados, cx.173, doc. 9; códices nº 1802 e 1875.

Relação genérica: Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria.

Publication notes
BALBI, Adrien - Essai statistique sur le Royaumme de Portugal et d'Algarve, comparé aux autres états de l'Europe, et suivi d'un coup d'oeil sur l'État actuel des sciences, des lettres et des beaux-arts parmi les portugais des deux hémisphères. Paris: Rey et Gravier, 1822. 2 vol.
BENEVIDES, Francisco da Fonseca - Rainhas de Portugal: estudo histórico. Lisboa: Typographia Castro Irmão, 1878. t.1.
Coisas da História: O Arquivo Histórico do Ministério das Finanças III. "Jornal Novidades: Supl. Letras e Artes". (11 Ago. 1940).
GUEDES, Natália Brito - O Palácio dos Senhores do Infantado em Queluz. Lisboa: Livros Horizonte, 1971.
LOURENÇO, Maria Paula Marçal - A Casa e Estado do Infantado (1654-1706): Formas e práticas administrativas de um património senhorial. Lisboa: JNICT, 1995. Exemplar existente no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Biblioteca 1181/95.
PIRES, António Caldeira - História do Palácio Nacional de Queluz. Coimbra: [s.n.], 1924-1926. 2 vol.
PORTUGAL. Arquivo Nacional da Torre do Tombo - "Livro 2º de Lisboa e seu Index que conthem Casa de Bragança, do Infantado". [Manuscrito]. Acessível no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal. Ex-AHMF, VII/G/21.
PORTUGAL. Arquivo Nacional da Torre do Tombo - Notícia Histórica da Casa do Infantado. [Manuscrita]. 1830. Acessível no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal. Casa do Infantado, liv. 235.
PORTUGAL. Arquivo Nacional da Torre do Tombo - "Noticia geral do estabelecimento, bens, doações, privilégios, regalias etc. da sereníssima Caza, e Estado do infantado". [Manuscrita]. [18--?]. Acessível no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal. Casa do Infantado, liv. 1034. Ex-AHMF, IX/K/136.
PORTUGAL. Arquivo Nacional da Torre do Tombo - Receitas e despesas da Casa do Infantado por Almoxarifados. [Manuscrito]. [17--?] Acessível no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal. Casa do Infantado, liv. 237.
PORTUGAL. Arquivo Nacional da Torre do Tombo - Relação de todos os bens de que se compõem a Casa do Infantado. [Manuscrita]. 1833. Acessível no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa, Portugal. Casa do Infantado, liv. 1035. Ex-AHMF, IX/K/136A.
REGIMENTO para a Casa de Bragança. Lisboa: Officina de Miguel Menescal, 1689.
SOUSA, D. António Caetano de - História Genealógica da Casa Real Portuguesa. 2ª ed. Org. por M. Lopes de Almeida; César Pegado. Coimbra: Atlântida Livraria Editora, 1949-1951. t. 6 e 7.
SOUSA, D. António Caetano de - Provas de História Genealógica da Casa Real Portuguesa. Nova ed. rev. por M. Lopes de Almeida; César Pegado. Coimbra: Atlântida Livraria, 1946-1954. t. 2, 4 e 5.
Notes
Nota ao Campo das Unidades Relacionadas:

A título de complemento informativo, indicam-se as séries e unidades de instalação dos fundos relacionados, sendo ainda de referir que alguns destes níveis ainda não têm código de referência por não estarem descritos na base de descrição arquivística calm:

Portugal, Torre do Tombo, Casa da Suplicação - processos-crime, J, maço 34, nº 40.

Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria - copiador de correspondência do Marquês de Fronteira, n.º 548; nº 2298.

Portugal, Torre do Tombo, Ministério do Reino - consultas da Junta e Estado da Casa do Infantado sobre o lançamento das sisas pertencentes à Casa e assuntos relativos à sua administração (mç. 392 e 393); informações dos magistrados de Lisboa (mç. 593); negócios diversos da Junta e Estado da Casa do Infantado com alguma documentação relativa ao Grão Priorado do Crato e à Assembleia da Ordem de Malta (mç. 393); negócios diversos sobre Comissão Administrativa da Casa do Infantado; relação de pessoas pertencentes às reais cavalariças da Casa do Infantado (maço 291); registo da correspondência expedida à Junta do Estado e Casa do Infantado (liv. 355 e 778.

Portugal, Torre do Tombo, Provedoria de Setúbal - receita dos frutos da comenda de Santa Maria de Belmonte.

Portugal, Torre do Tombo, Provedoria de Torres Vedras - tombos da Casa do Infantado; tombos das comendas de São João de Jerusalém.
Creation date
03/08/2007 00:00:00
Last modification
12/01/2017 12:01:48
Record not reviewed.