Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça

Description level
Fonds Fonds
Reference code
PT/TT/MSMALC
Title type
Atribuído
Date range
1153 Date is certain to 1833 Date is certain
Dimension and support
258 liv., 142 mç.; perg., papel
Biography or history
O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça era masculino e pertencia à Ordem de Cister (na documentação designada por Ordem de São Bernardo).

Em 1153, foi fundado por D. Afonso Henriques, por carta de doação e couto de 8 de Abril, concedida a São Bernardo, abade do Mosteiro de Claraval (França), a qual estabelecia que no território coutado fosse fundado um mosteiro cisterciense no lugar de Alcobaça, que promovesse o povoamento e o arroteamento das terras conquistadas aos muçulmanos.

Em 1157, D. Afonso Henriques isentou o mosteiro de Alcobaça do pagamento de portagem em todo o reino.

Em 1157, os primeiros monges vindos de Claraval foram instalados em Chaqueda, ou em Santa Maria-a-Velha, próximo da igreja de Nossa Senhora da Conceição e do local posteriormente ocupado pelo Mosteiro. Formavam então uma comunidade activa, recebendo bula de isenção do poder episcopal, em 1164.

Em 1178 começou a ser construído o edifício do mosteiro definitivo, sofrendo com as incursões árabes de 1184 e de 1195. A vinda de mais religiosos de Claraval, permitiu retomar a construção do edifício do Mosteiro, sendo habitável em 1222. A igreja foi concluída em 1223 e sagrada em 1252.

Em 1222, a comunidade estava instalada no edifício do Mosteiro, e pôde dedicar-se à assistência através da enfermaria e da farmácia da abadia.

Em 1160, Maior Anes doou ao Mosteiro, sob certas condições, a terça parte das ovelhas que pertenciam a seu pai. Em 1179, Pedro pais e seu irmão, Mendo Pais, com esposas e filhos, doaram ao Mosteiro a herdade de Almofala.

Nos dois primeiros séculos de existência, o Mosteiro foi governado por abades vitalícios eleitos pelos monges e confirmados por Claraval ou Cister.

Em 1260, pela bula "Olim in Ulixbonensi" do papa Alexandre IV, de 8 de Agosto, o abade de Alcobaça foi nomeado bispo interino da diocese de Lisboa.

A partir de 1369, no papado de Urbano V, as eleições dos abades passaram a ser feitas pela Santa Sé, concorrendo para o afastamento de Cister e de Claraval.

Em 1475, por privilégio inserto na bula "Ad perpetuam" de Sisto IV, de 26 de Agosto, foi concedida ao arcebispo de Lisboa a posse automática nas funções de administrador do Mosteiro de Alcobaça, quando vagasse a abadia, até à nomeação de novo abade.

Em 1459, a pedido de D. Afonso V, o Papa autorizou que o Mosteiro fosse dispensado das visitas da casa-mãe e que o seu abade fosse desobrigado de comparecer às reuniões do capítulo geral, em França. Desde essa altura, e em particular em 1475, com a entrada em funções de D. Jorge da Costa, primeiro abade secular (1475-1505) e futuro cardeal de Alpedrinha, a abadia entrou em recessão, com o aumento dos rendimentos do abade, concorrendo para a decadência da vida interna da abadia e para o seu despovomento.

Em 1510, por mandado inserto na bula "Ad perpetuam" de Leão X, dada a 22 de Dezembro, passou a competir aos abades de Alcobaça a visitação e reforma dos Mosteiros da Ordem de São Bento e de São Bernardo.

A partir de 1519, o cardeal-infante D. Afonso e o rei D. Manuel, começaram a reforma do Mosteiro, introduzindo alguns monges da congregação autónoma de Castela em Alcobaça.

Em 1526, D. Francisco da Fonseca, bispo de Titopolis, era governador do Mosteiro, sendo o cardeal-infante seu administrador perpétuo.

Em 1532, por ocasião da visita do abade de Claraval, apesar dos esforços realizados o estado do Mosteiro ainda era preocupante: sem disciplina monástica, sem recursos, com os edifícios degradados. A partir de 1533, com o apoio do abade de Claraval, o cardeal-infante conseguiu restabelecer a disciplina entre a comunidade.

Em 1540, o cardeal D. Henrique, sucessor e irmão de D. Afonso, continuou as reformas, sendo recordada em Alcobaça a sua obra de organização e de dinamização da abadia. Durante o seu governo, em 1564, os abades de Alcobaça passaram a ser eleitos trienalmente.

Pio V, a instâncias do rei de Portugal, erigiu e instituíu a Congregação de todos os mosteiros da Ordem de São Bento, outra dos mosteiros da Ordem de Cister, e outra de todos os mosteiros da Ordem de Santo Agostinho, que a elas foram unidos e incorporados, suprimindo as abadias perpétuas que ao vagar passaram a ser ocupadas por abades trienais.

Em 1567, pela bula "Pastoralis officii", de Pio V, de 26 Outubro, foi erigida a Congregação da Ordem de Cister, constituída pelos Mosteiros de Santa Maria de Alcobaça, de Santa Maria de Ceiça, de Santa Maria de Salzedas, de São João de Tarouca. A sua organização devia seguir o modelo da congregação cisterciense autónoma de Castela.

Por Alvará de D. Sebastião, confirmado pelo cardeal D. Henrique, a Congregação de São Bernardo foi denominada de Congregação de Santa Maria de Alcobaça.

A passagem do abade de Alcobaça a abade-geral da congregação e a autonomização das casas de Portugal relativamente à restante Ordem de Cister, marcou o início de uma nova etapa na vida dos cistercienses portugueses.

Em 1702, pela bula "Decet Romanus Pontificem" de Clemente XI, foi concedido o hábito prelatício aos gerais da Ordem de São Bernardo.

A actividade do "scriptorium" de Alcobaça, o recheio da biblioteca e a dedicação dos monges ao ensino, comprovam a dinâmica da comunidade. Desde a segunda metade do século XIII, os monges fundaram escolas públicas de latinidade, lógica e teologia, que serviam para instruir os religiosos da Ordem, e que acolhiam alunos vindos do exterior. Foram fundadas escolas agrícolas em Cela, Vimeiro, Valado e Évora de Alcobaça. A partir de 1458, com o objectivo de elevar o nível intelectual da Ordem em Portugal, as escolas do Mosteiro passaram a reunir todos os clérigos cistercienses durante a sua fase de formação literária e teológica. Depois da fundação do Colégio do Espírito Santo de Coimbra (1550), os cursos do Mosteiro foram dirigidos para a formação interna, menos diferenciada, sobretudo na área da gramática e teologia moral. Em finais do século XVI, o Mosteiro dispôs de tipografia própria.

Em 1833, os monges abandonaram o Mosteiro.

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo.

Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.
Custodial history
Em 1834, a 11 de Novembro, por Portaria do Governo foi participado o motivo do atraso da entrega dos papéis que faltavam entregar na Torre do Tombo, referente às repartições extintas. Para além dos documentos, em 27 caixões, pertencentes ao extinto Mosteiro de Alcobaça, são referidos outros de Tribunais e Repartições extintas ainda não inventariados.

Em 1839, a 7 de Dezembro, por Ofício do Ministro da Fazenda foi participada a nomeação de um oficial da Contadoria do Tesouro para receber os papéis e livros do extinto Convento de Alcobaça, conforme a Portaria do Ministério do Reino de 11 de Janeiro de 1839.

Em 1865, a 20 de Junho, em cumprimento das Portarias de 26 de Novembro de 1863 e 24 de Agosto de 1864, são transferidos documentos pertencentes ao extinto Mosteiro de Alçobaça do cartório da Direcção Geral dos Próprios Nacionais para o Arquivo da Torre do Tombo.

Em 1894, a 14 de Maio, a documentação foi enviada pela Direcção-Geral dos Próprios Nacionais, à Torre do Tombo.

Em 1904, a 05 de Novembro, deu entrada, proveniente da Inspecção da Biblioteca e Arquivos Públicos, na Torre do Tombo o ofício do envio do códice 454 da Colecção de Alcobaça.

Em 1912, a documentação, que se encontrava na Biblioteca Nacional, foi enviada pela Inspecção das Bibliotecas e Arquivos para a Torre do Tombo.

Parte da documentação esteve integrada na designada Colecção Especial. Entre os anos de 1938 e 1990, sempre que possível e considerando a sua proveniência, a documentação foi reintegrada nos fundos, numa tentativa de reconstituição dos cartórios de origem. Estes documentos foram ordenados cronologicamente, constituídos maços com cerca de 40 documentos, aos quais foi dada uma numeração sequencial.

Em 1996, os Códices Alcobacensens 1, 2, 152, 174, 266, 270 e 324 (entre os quais 4 livros litúrgicos, duas Bíblias, um Missal Cisterciense, e um Livro de Horas, identificados como CF 113, 114, 119 e 120) foram entregues à Biblioteca Nacional no âmbito do protocolo de permuta celebrado com a Torre do Tombo e homologado pelo Ministro da Cultura em 29 de Fevereiro de 1996. Nessa altura, o ID L 509 relativo aos Códices alcobacenses (Index Codicum Bibliothecae Alcobatiae in quo non tantun codices recensentur quod tractatus, epistolas et singuli codices contineant exponitur alliaque animadvertunter notaru digna. Olissipone: Ex Typographia Regia, 1775) foi retirado da consulta. A Torre do Tombo ficou com uma reprodução em microfilme destes livros.

No final da década de 1990, foi abandonada a arrumação geográfica por nome das localidades onde se situavam os conventos ou mosteiros, para adoptar a agregação dos fundos por ordens religiosas.

A descrição dos documentos foi feita, na sua maioria, a partir das descrições já existentes nos ID, ou do sumário patente no verso dos documentos.
Acquisition information
Manuscrito comprado no leilão Soares e Mendonça, Lda., a 7 de Novembro de 1974 e manuscrito comprado a João Paulo Correia Nunes, a 21 de Dezembro de 1981.
Scope and content
A documentação que constitui este fundo diz respeito à concessão de privilégios e doações, confirmação de mercês, cartas régias, alvarás, bulas, eleições de abadessas, visitações, insitutição de capelas e cumprimento de encargos pios.

Grande parte da documentação é relativa a propriedades e sua administração, tal como, tombos de demarcação de propriedades, livros dos coutos, prazos e foros, livros de notas, sentenças, compras, vendas, doações, emprazamentos, receita e despesa e descrição de bens dos diversos conventos da Ordem de Cister, entre outros. Existem livros de obras, de pagamento de ordenados e soldadas, cobrança de foros, pensões, registo de pagamento de contribuições e impostos.

A documentação menciona bens em Ataias, Cavalariça, Santarém, Golegã, Leiria, Campo de Valada, Torres Vedras, Valado, Maiorga, Lisboa, Elvas, Alcanede, Rio Maior, Porto de Mós, entre muitos outros.

Integra ainda algumas obras que faziam parte da Livraria do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, nomeadamente um Livro de Horas, e ainda o ìndice da mesma livraria.

Fundos Eclesiásticos; Ordem de Cister; Masculino
Arrangement
Ordenação numérica específica para cada tipo de unidade de instalação (livros e maços).
Other finding aid
ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - [Base de dados de descrição arquivística]. [Em linha]. Lisboa: ANTT, 2000- . Disponível no Sítio Web e na Sala de Referência da Torre do Tombo. Em actualização permanente.

Inventário dos cartórios recolhidos da Biblioteca Nacional em 1912 (L 283) f. 4-4v.

Relação de documentos vindos da Direcção-Geral dos Próprios Nacionais, em 14 de Maio de 1894 (organização topográfica: A-L) (C 278) f. 22-45.

Índice (inventário) dos livros de diversos conventos, ordens militares e outras corporações religiosas guardadas no Arquivo da Torre do Tombo, Conventos Diversos, cad. 1 (Ajuda a Avis) (C 268) f. 5-224.

Inventário das Corporações Religiosas, desintegrado da antiga Colecção Especial (inclui a tabela de equivalência e a "Nota explicativa" da restituição dos documentos aos cartórios de origem, feita pela conservadora Maria Teresa Geraldes Barbosa Acabado), em 24 de Julho de 1978 (L 208) p. 1-2.

Relação dos documentos pertencentes ao extinto Mosteiro de Alçobaça, que em virtude das Portarias de 26 de Novembro de 1863 e 24 de Agosto de 1864, são transferidos do cartório da Direcção Geral dos Próprios Nacionais para o Arquivo da Torre do Tombo. Elab. por António Manuel Garcia e Roberto Augusto da Costa Campos. 20 Junho 1865. (C 289)

Mosteiro de Alcobaça: caixa 1. Catálogo dos documentos régios. Elab. por Emília da Piedade Carvalho Félix. (C 289 A 1)

Mosteiro de Alcobaça: caixa 2. Catálogo dos documentos régios. Elab. por Emília da Piedade Carvalho Félix. (C 289 A 2) (Não localizada)

Mosteiro de Alcobaça: caixa 3. Catálogo dos documentos régios. Elab. por Emília da Piedade Carvalho Félix. (C 289 A 3)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1066 a 1299. (C 289 B 1)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1300 a 1326. (C 289 B 2)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1327 a 1339. (C 289 B 3)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1340 a 1350. (C 289 B 4)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1351 a 1364. (C 289 B 5)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1365 a 1379. (C 289 B 6)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1380 a 1387. (C 289 B 7)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1388 a 1394. (C 289 B 8)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1395 a 1402. (C 289 B 9)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1403 a 1412. (C 289 B 10)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1413 a 1423. (C 289 B 11)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1424 a 1432. (C 289 B 12)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1433 a 1438. (C 289 B 13)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1439 a 1449. (C 289 B 14)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1450 a 1456. (C 289 B 15)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1457 a 1467. (C 289 B 16)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1468 a 1478. (C 289 B 17)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1479 a 1499. (C 289 B 18)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1500 a 1526. (C 289 B 19)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1527 a 1565. (C 289 B 20)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, anos 1566 a 1833. (C 289 B 21)

Mosteiro de Alcobaça: 2ª incorporação: inventário dos maços 1 a 67, documentos sem data. (C 289 B 22)

Alternative form available
Existem cópias em microfilme de alguma documentação.
Related material
Portugal, Arquivo Distrital de Braga.

Portugal, Arquivo Distrital de Leiria.

Portugal, Arquivo Distrital de Santarém.

Portugal, Biblioteca Nacional de Portugal.

Portugal, Torre do Tombo, Ministério das Finanças, cx. 2192 e 2193, inv. n.º 5

Completiva:

Portugal, Torre do Tombo, Colecção Especial, código de referência: PT-TT-CESP. Nesta colecção encontram-se documentos do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça: bulas concedendo protecção apostólica (inclui bulas de confirmação), privilégios (inclui a autorização da nomeação de visitadores entre membros da Ordem, isentando de encargos as rendas da mesa comum, sobre a ordenação de monges sem exame, ou recomendando o respeito pelos privilégios, confirmando doações e bens (incluindo doações régias), isentando o pagamento das dízimas para as despesas da Terra Santa, de dízimas das terras cultivadas, ou de dízimas e de primícias das terras pertencentes à Ordem antes do Concílio Geral, bulas relativas a excomunhões (incluem proibição de excomunhão, autorização para absolvição de excomunhão, ilibando da excomunhão servos e benfeitores da Ordem), sobre a convocação dos frades na luta contra os mouros, sobre a celebração dos ofícios divinos em caso de interdição, autorizando a recolha de dízimas em algumas das suas paróquias, restringindo direitos da Ordem à sua jurisdição, ilibando pena, bulas relativas às igrejas da Ordem (doações, limites, doação da igreja da Pederneira pelo bispo de Lisboa), bulas contendo mandados sobre bens alienados, breve relativo à Irmandade das Almas, concedendo tenças a noviços do Mosteiro de Alcobaça.

Portugal, Torre do Tombo, Manuscritos da Livraria, n.º 2254 -
Publication notes
"Documentos Medievais Portugueses". Lisboa : Academia Portuguesa de História, 1958- . 2 vol.; 38 cm. v. 1, t. 1: "Documentos Régios: documentos dos Condes Portucalenses e de D. Afonso Henriques A.D. 1095-1185. 1962.
"Ordens religiosas em Portugal: das origens a Trento: guia histórico". Dir. Bernardo de Vasconcelos e Sousa. Lisboa: Livros Horizonte, 2005. ISBN 972-24-1433-X. p. 102-105
COSTA, P. Avelino de Jesus da - "Álbum de Paleografia e Diplomática Portuguesas: estampas". 6.ª ed.. Coimbra, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; Instituto de Paleografia e Diplomática, 1997. N.º 34, 40, 50. Apêndice II, n.º 301, 302, 305, 307.
GOMES, Saul António - O Mosteiro de Alcobaça ao tempo do rei D. Pedro I. In: Colóquio Inês de Castro: actas 15 de Janeiro de 2005. Lisboa: Academia Portuguesa da História, 2005. ISBN 972-624-154-5. p. 47-78.
COCHERIL, Maur - Routier des abbayes Cisterciennes du Portugal. Paris : Fundaçao Calouste Gulbenkian. Centro Cultural Português, 1978. (Cultura Medieval e Moderna ; 10). Disponível na Torre do Tombo, Biblioteca, SV 8333, 271.1(469)(036).
Notes
Informação sobre a reprodução em microfilme dos livros que foram para a Biblioteca Nacional em 1996:

- Bíblia Sacra (CF 113)

- Bíblia Sacra (CF 114) - Portugal, Torre do Tombo, mf. 270 e 1479

- Missal Cisterciense (CF 119) - Portugal, Torre do Tombo, mf. 490

- Livro de Horas (CF 120) - Portugal, Torre do Tombo, mf. 1527
Creation date
4/8/2011 12:00:00 AM
Last modification
1/7/2020 9:45:12 AM