Mosteiro de Santa Maria de Arouca

Description level
Fonds Fonds
Reference code
PT/TT/MSMAR
Title type
Atribuído
Date range
0883 Date is uncertain to 1886 Date is uncertain
Dimension and support
242 liv., 69 mç.; perg., papel
Biography or history
O Mosteiro de Santa Maria de Arouca era feminino e pertencia à Ordem de Cister.

Fundado por Loderigo e Vandilo, antes de 951, o Mosteiro de Arouca foi governado nos tempos mais remotos pelo abade Hermenegildo. Sob o patrocínio de São Pedro e São Paulo teve, provavelmente, o seu primeiro edifício junto à igreja de São Pedro (actual aldeia de São Pedro) de onde passou para a vila de Arouca, por iniciativa dos restauradores Ansur e Eieuva. Foram seus patronos secundários São Cosme e São Damião.

Inicialmente, a comunidade terá seguido uma das regras peninsulares ou uma das regras mistas, vindo a adoptar a regra de São Bento entre 1085 e 1095. Sob o governo do abade Godinho (c. 1081-1101), o Mosteiro passou por uma fase de florescimento material, espiritual e cultural. Dispunha, então, de um "scriptorium" que o abade Godinho se empenhou em dinamizar.

Sob o abadessado de Toda Viegas (1114-1154) manteve o seu progresso. A abadia passou a albergar uma comunidade dúplice. Mais tarde, tornou-se exclusivamente feminina.

D. Sancho I doou o padroado do Mosteiro a D. Mafalda, sua filha que, em 1224, introduziu os costumes de Cister, recebendo a aprovação do papa Honório III, em 1226.

Ao longo do século XIII, e especialmente durante o abaciado de D. Maior Martins (1233-1281), a formação do domínio fundiário do Mosteiro atingiu o seu auge, vindo a constituir um dos cenóbios mais ricos do país.

Segundo o "Catálogo de todas as igrejas, comendas e mosteiros que havia nos reinos de Portugal e Algarves, pelos anos de 1320 e 1321", o Mosteiro foi taxado em 9000 libras, valor que correspondia a cerca de um quarto das rendas de todo o bispado de Lamego e que, logo a seguir ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, representava a taxa mais elevada a cobrar entre os mosteiros do reino.

Em 1340, a 19 de Junho, por contrato celebrado entre o Mosteiro de Santos-o-Novo e o de Santa Maria de Arouca, se estabeleceu que metade dos direitos, foros e quartos do Condado de Alverca, pertenciam ao rei e a outra metade aos referidos Mosteiros.

Em 1433, em Novembro, D. Duarte deu carta de privilégios ao Mosteiro de Arouca e, um ano depois, concedeu-lhe uma carta de guarda e encomenda.

Em 1439, a 20 de Julho, D. Afonso V confirmou-lhe todos os privilégios, liberdades, usos, costumes e foros, outorgados e confirmados pelos reis antecessores. Em 1452, a 21 de Setembro, concedeu carta de privilégio de vassalo ao Mosteiro, e a seus caseiros, mordomos e apaniguados, sendo abadessa D. Isabel de Ataíde. Em 1455, a 20 de Janeiro, a pedido da abadessa, nomeou Gonçalo Eanes, morador no julgado de Arouca, para o cargo de tabelião do cível e crime, em substituição de Pêro Brandão. Em 1473, a 9 de Agosto, revogou uma carta sobre a serventia dos moradores de todo o couto, tendo em conta as obras do Mosteiro. Os moradores ficaram obrigados a dar metade da serventia para a construção da cerca de Viseu, e foram isentos da outra metade. Em 1475, a 4 de Novembro, o rei nomeou vitaliciamente Diogo Dias, escudeiro régio, para o cargo de coudel nas terras e jurisdição do Mosteiro de Arouca.

Em 1483, a 27 de Abril, D. João II deu carta de tabelião do couto do Mosteiro de Arouca a Rui Gonçalves.

Em 1497, a 3 de Junho, D. Manuel I confirmou as liberdades e privilégios doados pela fundadora, a infanta D. Mafalda, à abadessa e freiras do Mosteiro de Arouca, de que fazia parte a obrigatoriedade de venda dos produtos alimentares, sobretudo os do couto, no burgo de Vila Meia de Gramife, não sendo regateados, principalmente as carnes, pão e vinho. Inserida nesta carta de confirmação encontra-se uma outra de D. João I datada de 26 de Julho de 1402. Em 1501, a 2 de Março, D. Manuel I, concedeu o privilégio de apresentar os tabeliães das terras e jurisdições do Mosteiro, à abadessa de Arouca. Em 1515, por carta de 8 de Julho, ao Mosteiro foi reconhecido o privilégio dos corregedores das comarcas da Beira e Estremadura não entrarem nas suas terras para fazerem correições, salvo por especial mandado régio. Em 1521, a 16 de Julho, o rei concedeu o ofício de escrivão das propriedades do Mosteiro de Arouca a Fernão Rodrigues.

Em 1532, por ocasião da visita do abade de Claraval, a abadia de Arouca foi considerada a mais importante casa de religiosas cistercienses em Portugal e, em 1536, os visitadores aragoneses que passaram pelo Mosteiro elogiaram o seu estado espiritual e temporal.

Em 1643, a 23 de Dezembro, por alvará concedido às freiras de Arouca, passou a realizar-se uma feira anual no sítio de Nossa Senhora da Lagoa.

Em 1649, a 25 de Dezembro, a abadessa e mais religiosas do Convento de Arouca receberam por alvará, 12.000 réis a mais de ordenado pago pelo recebedor das sisas da vila de Arouca.

Em 1732, a 12 de Agosto, receberam carta de mercê de terras na zona de Estarreja.

Em 1734, a 20 de Dezembro, foi-lhe confirmado o privilégio proibindo os corregedores de fazerem correições nas terras do Mosteiro.

Em 1779, a 17 de Setembro, por mandado e provisão, foram-lhe restituídos os privilégios que lhe tinham sido retirados pelo Alvará de 26 de Agosto de 1776.

A paróquia de Ester, em Castro Daire, pertenceu ao Mosteiro de Arouca passando mais tarde a pertencer ao Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição da Ermida. O Mosteiro de Arouca apresentava também as igrejas de São Salvador, de Santa Eulália, de São Miguel de Urros e de São Salvador de Várzea.

Em 1834, no âmbito da "Reforma geral eclesiástica" empreendida pelo Ministro e Secretário de Estado, Joaquim António de Aguiar, executada pela Comissão da Reforma Geral do Clero (1833-1837), pelo Decreto de 30 de Maio, foram extintos todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e casas de religiosos de todas as ordens religiosas, ficando as de religiosas, sujeitas aos respectivos bispos, até à morte da última freira, data do encerramento definitivo.

Os bens foram incorporados nos Próprios da Fazenda Nacional.

Em 1886, a 3 de Junho, o Mosteiro encerrou por morte da última freira.
Custodial history
Em data ainda indeterminada, entre 1860 e 1864, José Manuel da Costa Basto trouxe vários códices do cartório do Governo Civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do Governo Civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do Governo Civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), dos arquivos da Sé de Coimbra, e da Sé de Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, e do arquivo da Colegiada de Guimarães. Entre os códices trazidos do Mosteiro de Arouca encontrava-se o códice que recebeu o nº 37 quando foi integrado na Colecção Costa Basto.

Em 1912, a documentação, que se encontrava na Biblioteca Nacional, foi enviada pela Inspecção das Bibliotecas e Arquivos para a Torre do Tombo.

Parte da documentação esteve integrada na designada Colecção Especial. Entre os anos de 1938 e 1990, sempre que possível e considerando a sua proveniência, a documentação foi reintegrada nos fundos, numa tentativa de reconstituição dos cartórios de origem. Estes documentos foram ordenados cronologicamente, constituídos maços com cerca de 40 documentos, aos quais foi dada uma numeração sequencial.

No final da década de 1990, foi abandonada a arrumação geográfica por nome das localidades onde se situavam os conventos ou mosteiros, para adoptar a agregação dos fundos por ordens religiosas.

A partir do ano de 2010 grande parte das descrições dos documentos foi feita com base nos ID existentes, principalmente os ID C 1087 a 1102, correspondendo a respostas de pedidos de digitalização.
Scope and content
Contém livros de actas decretais dos visitadores (1697-1725), das administrações da capela do patriarca São Bento, erecta na igreja do Mosteiro, da Confraria do Senhor dos Misericordiosos, do legado da cera das Almas, das apegações de casas e terras do Mosteiro, do assento das soldadas, da beatificação e canonização de D. Mafalda, filha de D. Sancho I, da cobrança de foros, das contas de administração da Quinta de Estarreja, das despesas com obras, concertos e aquisições, das despesas com ordenados, soldadas e serventuários, das dízimas, dos emprazamentos feitos pelo Mosteiro, dos espólios das religiosas (receita e despesa com o pecúlio de 1768-1868), do foral manuelino do concelho de Antuã (Estarreja), dos formulários de diversos documentos, da inquirição de 1334 (em virtude da demanda acerca da jurisdição dos coutos de Arouca), dos inventários dos objectos da botica, casa do forno, celeiro (livro da Celaria), e das roupas da hospedaria, da Irmandade do Senhor dos Aflitos, dos legados feitos ao Mosteiro e obrigações, da lembrança dos bolos e doces que se deviam fabricar e distribuir em determinados dias, da lembrança para governo da tulha (alcorão da tulha), das rações de pão e farinha distribuída, da Bolsaria (dinheiro entrado no cofre), da Feitoria (despesas do mosteiro), da Tulha, de notas dos emprazamentos, da Mordomia do Santíssimo Sacramento, de notas dos prazos do Mosteiro, de óbitos das senhoras seculares e criadas do Mosteiro (1782-1834), dos prazos, das propriedades emprazadas (prazos antigos), da receita e despesa da botica, sacristia e particulares, dos róis dos confessados, dos irmãos da Confraria das Almas, das sentenças, dos termos das saídas de religiosas da clausura em tratamento, das tomadas e descargas dos juros das irmandades e cultos de santos da igreja, do tombo da abadessa D. Maior Martins, dos traslados da doação de D. Afonso III, de um breve de Gregório IX e das inquirições de Afonso IV e dos emprazamentos. Contém também bulas pontifícias, privilégios régios, instrumentos de posse, cartas de emprazamento (reconhecimentos, renúncias) de aforamento, de arrendamento, de doação, de quitação, de venda, de partilhas, testamentos, contendas, procurações, sentenças, traslados, o regimento da eleição das justiças nas terras dos donatários da coroa (1706), entre outros documentos.

A documentação menciona bens situados nos lugares e termos de Aguiar de Sousa, Amarante, Antuã, Arouca, Avanca, Baião, Bunheiro, Castelo de Paiva, Cinfães, Coimbra, Estarreja, Lamego, Mesão Frio, Penafiel, Porto, Resende, São Martinho de Salreu, Viseu, entre outros.

A documentação refere os abades de Alcobaça, os condes de Óbidos, de Resende, de Sabugosa, de Santiago, o Marquês de Pombal, D. Afonso I, D. Afonso II, D. Afonso III, D. Afonso V, D. Afonso VI, D. Dinis, D. Fernando, D. Filipe I, D. Filipe III, D. João I, D. João III, D. João V, D. José, D. Mafalda, D. Manuel I, D. Maria I, D. Pedro I, D. Sancho I, D. Sancho II, D. Sebastião, D. Teresa, as infantas D. Filipa, e D. Isabel (duquesa de Coimbra), os infantes D. Duarte, D. Pedro (duque de Coimbra), os monges de Alcobaça, os papas Honório III, Gregório IX, Inocêncio IV, Alexandre IV, Clemente V, Clemente VI, Paulo III, Sisto IV, Alexandre VI, Pio IV, e Alexandre VII.

Guia de Fundos Eclesiásticos; Ordem de Cister; Feminino
Arrangement
Ordenação numérica específica para cada tipo de unidade de instalação (livros e maços).
Access restrictions
Contém documento sujeito a autorização especial para consulta e a horário restrito.
Language of the material
Latim e português. Letra visigótica cursiva, redonda e de transição para carolina, carolina, carolino-gótica, gótica e minúscula diplomática.
Other finding aid
ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO - [Base de dados de descrição arquivística]. [Em linha]. Lisboa: ANTT, 2000- . Disponível no Sítio Web e na Sala de Referência da Torre do Tombo. Em actualização permanente.

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 883-1149 (C 1087).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1150-1229 (C 1088).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1230-1265 (C 1089).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1266-1285 (C 1090).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1286-1295 (C 1091).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1296-1307 (C 1092).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1308-1318 (C 1093).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1319-1329 (C 1094).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1330-1337 (C 1095).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1338-1347 (C 1096).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1348-1371 (C 1097).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1372-1412 (C 1098).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1413-1481 (C 1099).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1483-1541 (C 1100).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1543-1668 (C 1101).

Catálogo dos documentos do Mosteiro de Arouca, Antiga Colecção Especial e Gavetas, 1683-1829 (C 1102).

Índice (inventário) dos livros de diversos conventos, ordens militares e outras corporações religiosas guardadas no Arquivo da Torre do Tombo, conventos diversos, caderneta 1, Ajuda a Avis (C 268).

Inventário dos cartórios recolhidos da Biblioteca Nacional, em 1912, (L 283) f. 9-16v.

Inventário das Corporações Religiosas, desintegrado da antiga Colecção Especial (inclui a tabela de equivalência e a "Nota explicativa" da restituição dos documentos aos cartórios de origem, feita pela conservadora Maria Teresa Geraldes Barbosa Acabado), em 24 de Julho de 1978 (L 208).

Relação dos livros que José Manuel da Costa Basto trouxe do cartório do governo civil do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Leça, ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Grijó, ao Convento de São Francisco do Porto, ao Mosteiro de São Simão da Junqueira), do cartório do governo civil de Coimbra (pertencentes ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), do cartório do governo civil de Viana (pertencentes ao Mosteiro de Santa Maria de Refóios de Lima), da Biblioteca Pública do Porto (pertencentes ao Mosteiro de Paço de Sousa, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra), dos arquivos das Sés de Coimbra, e Viseu, dos Mosteiros de Lorvão e de Arouca, do arquivo da Colegiada de Guimarães (C 284). Descreve o livro com a cota Colecção Costa Basto 37.
Related material
Portugal, Arquivo da Câmara Municipal de Arouca.

Portugal, Arquivo Distrital de Braga.

Portugal, Arquivo Distrital de Viseu, Câmara Municipal de Fráguas.

Portugal, Arquivo da Universidade de Coimbra.

Portugal, Biblioteca Nacional.

Portugal, Torre do Tombo, Arquivo do Arquivo, n.º 284 (cx. 126)

Portugal, Torre do Tombo, Ministério das Finanças, cx. 1854 a 1868

Portugal, Torre do Tombo, Registo Geral de Mercês, D. João V, liv. 3, f. 299-299v

Portugal, Torre do Tombo, Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, mç. 483, n.º 11.
Publication notes
COELHO, Maria Helena da Cruz - O Mosteiro de Arouca: do século X ao século XIII. Coimbra: Centro de História da Universidade, 1977. XII, 475, [1] p. Existente na Torre do Tombo, Biblioteca SV 8256.
COSTA, P. Avelino de Jesus da - "Álbum de Paleografia e Diplomática Portuguesas: estampas". 6.ª ed.. Coimbra, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; Instituto de Paleografia e Diplomática, 1997. N.º 28.
"Documentos Medievais Portugueses". Lisboa : Academia Portuguesa de História, 1958- . 2 vol.; 38 cm. v. 1, t. 1: "Documentos Régios: documentos dos Condes Portucalenses e de D. Afonso Henriques A.D. 1095-1185. 1962. Doc. n.º , p. .
"Ordens religiosas em Portugal: das origens a Trento: guia histórico". Dir. Bernardo de Vasconcelos e Sousa. Lisboa: Livros Horizonte, 2005. ISBN 972-24-1433-X. p. 118-120.
RÊPAS, Luís Miguel - Quando a nobreza traja de branco: a comunidade Cisterciense de Arouca durante o abadessado de D. Luca Rodrigues (1286-1299). Leiria: Magno Edições, 2003. 560 p..ISBN 972-8345-56-9. Existente na Torre do Tombo, Biblioteca 271.1 REF.
SANTOS, Maria José Azevedo - "Da Visigótica à Carolina: a escrita em Portugal de 882 a 1172". Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian; Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, 1994. p. 82, 114, 129, 167, 178, 187 e 195.
Creation date
04/04/2011 00:00:00
Last modification
20/08/2018 14:34:28